Análise de desempenho: fundamentos democráticos essenciais

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Em qualquer instituição pública ou privada, a análise de desempenho tem sido um elemento importante de mensuração e de valorização profissional. Por mais que todos concordem sobre a sua importância no cotidiano das organizações, o fato é que não é trivial instituir uma análise de desempenho democrática. Em diversas organizações, observamos que, ao lado do estabelecimento de critérios objetivos de análise de desempenho, existe um “mundo paralelo” em que, através de relações de amizade e, até mesmo, de apadrinhamento, as promoções, premiações e valorizações profissionais vão ocorrendo.

Dilma, Joaquim Barbosa e xingamentos

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Esta última semana foi intensa do ponto de vista político. Primeiro ocorreu o problema da expulsão do advogado de José Genoíno do plenário do STF pelo Min. Joaquim Barbosa. O fato dividiu a opinião de muitos e teve repercussão nacional, sendo Joaquim Barbosa alvo de diversas críticas, elogios e, também, xingamentos. Além disso, também observamos recentemente o episódio das vaias à Pres. Dilma na abertura da copa do mundo, em São Paulo, que vieram acompanhadas de xingamentos.

Como será o profissional do direito do futuro?

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A pergunta deste artigo sempre me fascinou. Em minhas aulas e palestras, lido com profissionais do direito de diversas faixas etárias e que iniciaram suas carreiras em diferentes momentos. Porém, algo comum a todos é o fato de não serem “nativos digitais”, ou seja, não nasceram na época do boom tecnológico e tiveram contato posteriormente com o que a tecnologia pode oferecer, se comparados aos que nasceram há menos tempo.

Cinco atitudes que não são próprias de líderes

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Mesmo aqueles que se consideram líderes podem possuir certos vícios.

Ser líder não é uma tarefa fácil. Isto pressupõe não somente uma atitude positiva no ambiente de trabalho, mas também o desenvolvimento de características pessoais, relacionais e organizacionais relevantes.

Doutrina se concentra em luta de interpretações e argumentos

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O direito é o único campo do conhecimento em que o autor não é chamado de autor, mas de doutrinador. Mas por quê? O que está por trás desta diferença de nomenclaturas? Em que medida isso impacta na forma como o direito é concebido pelos diversos profissionais?

Não quero fazer uma digressão histórica sobre quando começou o uso do termo ou sobre as raízes jurídicas remotas dele. A análise histórica me ajudaria a entender a origem, mas não o motivo pelo qual ainda se reproduz a ideia de “doutrinador”. A minha análise se aproxima mais da sociologia do que da história, ao menos da história (mal) contada pelos juristas (que se aventuram em relatar fatos históricos a partir de outros juristas, e assim por diante).

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