Concursos públicos e vocação dos candidatos

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O mundo dos concursos públicos está cada vez mais forte no Brasil. Muitos dizem que o Brasil é o “país dos concursos”, e isso é verdade. Os concursos são tão numerosos e recorrentes que interferem positivamente na própria taxa de desemprego do país. Quanto mais pessoas o Estado consegue incorporar, menos desemprego poderemos ter.

 

Projetos inovadores podem auxiliar judiciário a lidar com boom processual

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Tradicionalmente, o Judiciário foi associado a um poder inerte, que se conteria a apenas reproduzir o conteúdo previsto na lei. Emblemática, aqui, é a ideia de Montesquieu de que o Judiciário seria apenas a “boca da lei”, ou seja, sua função seria a de mero enunciador do texto jurídico, afastando qualquer tipo de subjetividade ou papel pró-ativo na realização do direito.

Supersimples pode fomentar o empreendedorismo na advocacia

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A recente aprovação e sanção das novas regras do chamado Supersimples promete transformar substancialmente o mercado da advocacia. Pelo disposto no texto sancionado, as regras só são válidas a partir de 2015, então os advogados têm pouco tempo para se prepararem para o que virá.

Metamorfoses dos meios alternativos de resolução de conflitos

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Os livros de teoria do processo pararam no tempo no que concerne aos meios alternativos de resolução de conflitos (MARC's). Em minha época de faculdade, os livros da década de 80 e 90 eram bastante numerosos nas bibliotecas e, desde então, costumo acompanhar as discussões sobre os MARC's nestes livros por motivos pedagógicos. Qual a conclusão? Nada mudou! O que se observa é que os MARC's passaram por uma metamorfose que não corresponde ao idealismo doutrinário.

Doutrinadores mortos-vivos e doutrinadores videntes: onde vamos parar?

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Há algum tempo venho discutindo o poder simbólico que os doutrinadores possuem no campo do direito. Em diversos artigos e palestras, tenho buscado refletir sobre este fenômeno - bastante característico do direito brasileiro – de “endeusar” a figura do autor como “revelador da verdade divina”. Não é por acaso que o nosso direito não chama o autor de autor, mas de doutrinador.

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