Dilma, Joaquim Barbosa e xingamentos

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Esta última semana foi intensa do ponto de vista político. Primeiro ocorreu o problema da expulsão do advogado de José Genoíno do plenário do STF pelo Min. Joaquim Barbosa. O fato dividiu a opinião de muitos e teve repercussão nacional, sendo Joaquim Barbosa alvo de diversas críticas, elogios e, também, xingamentos. Além disso, também observamos recentemente o episódio das vaias à Pres. Dilma na abertura da copa do mundo, em São Paulo, que vieram acompanhadas de xingamentos.

Nosso consumo é (in)consciente

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O título deste artigo é uma provocação. Quero convidá-lo a refletir sobre se o nosso consumo é consciente ou inconsciente. Como não quero fazê-lo esperar muito, respondo que ambos.

Sim, o nosso consumo pode ser consciente e não faltam exemplos sobre isso. Seja na compra de comida para se alimentar, na compra de tênis para calçar ou na compra de um ingresso para o Maracanã, a decisão de compra é fortemente consciente. Este tipo de escolha pode estar baseado em diversos fatores, tais como a necessidade de se alimentar, a necessidade de se integrar socialmente, a necessidade de se divertir, etc.

Sociedade caminha cada vez mais rápido que o Direito

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A frase “a sociedade caminha mais rápido que o direito” é bastante consagrada no dia-a-dia das faculdades e dos profissionais de direito. Atualmente, não há dúvidas de que a sociedade caminha ainda mais rápido!

Para início de conversa, o que está por trás desta frase é uma certa disjunção estrutural entre, de um lado, as mudanças sociais e, de outro, a capacidade do Estado – especialmente o Legislativo – de acompanhar estas mudanças. Em termos sociológicos, isto remonta à discussão sobre se o direito molda a sociedade ou se a sociedade molda o direito. Neste sentido, não há dúvidas de que o direito pode moldar a sociedade. São vastas as pesquisas sobre o assunto no direito penal, no direito de família e no direito comercial, por exemplo. Porém, cada vez mais observamos a sociedade moldando o direito, especialmente porque o processo legislativo não tem conseguido acompanhar as transformações sociais.

Conferências nacionais de saúde: A força das datas e a grandeza dos eventos

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Os eventos não seriam tão expressivos sem o simbolismo das datas em que eles ocorrem. A data da queda da bastilha, 14 de julho, foi eternizada. Uma outra queda, a do muro de Berlim, também consagrou a data de 03 de outubro. Uma data marcante também foi o 11 de setembro nos Estados Unidos com o maior ataque terrorista que a história já presenciou. No Brasil, as datas também expressam grandes eventos, tais como 22 de abril, o 07 de setembro e o 15 de novembro. O inverso também é verdadeiro, isto é, não só os eventos consagram datas, mas as datas podem consagrar eventos. Não é por acaso que a posse presidencial é sempre no dia 01 de janeiro, ocasião de renovação e esperança com o novo ano que se inicia.

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